O MBTI, o autoconhecimento e o autodesenvolvimento na Gestão de Pessoas - A visão de uma consultoria organizacional
Autor(a)(es)(as)
ANDRADE, Mariana Couto de; CRUZ, Jenyffer Barreiro Jesus da; PORTO, Camilly de Aquino Menezes; ROCHA, Maria Izabel Tavares da; SILVA, Maria Paula Martins da; SOUZA, Laryssa Romão dos Santos de
Resumo
Autoconhecimento e o autodesenvolvimento são fundamentais na gestão do capital humano, pois permitem o aprimoramento permanente das pessoas que integram a força de trabalho. O autoconhecimento envolve a compreensão das próprias habilidades, limitações, valores e motivações, enquanto o autodesenvolvimento implica buscar constantemente o aprimoramento pessoal e profissional. Ao aplicar esses conceitos na gestão de pessoas, líderes podem cultivar ambientes de trabalho mais produtivos, motivadores e colaborativos, promovendo o crescimento tanto individual quanto organizacional. Apoiados em uma abordagem qualitativa, em ampla revisão bibliográfica e uma entrevista semiestruturada, a pesquisa buscou compreender os aspectos positivos e potencialmente críticos da ferramenta MBTI, como alternativa para o autoconhecimento e orientação das ações de autodesenvolvimento. Entre os aspectos positivos maior consciência em processos de contratação, clareza quanto aos padrões de comportamento e preferências, melhoria na empatia e comunicação, facilitação na adaptação profissional, orientação sobre atividades ou habilidades que precisam ser desenvolvidas e também compreensão sobre o comportamento nas dinâmicas de grupo. Os aspectos potencialmente críticos sugerem certa simplificação da natureza e personalidade humana, a limitação de um indivíduo a um único tipo específico, dependência do MBTI para a autoavaliação e tomada de decisões, rotulagem e estigmatização e a falsa ideia de estabilidade da personalidade humana com o passar do tempo.